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Reviver - Parte I

7 surtaram comigo
Depois de muito procurar eu o achei, Eduardo Gomes Couto, eu não sabia que existiam tantas pessoas com este nome, mas, pra mim, só um era o suficiente... Ele!
            Fui até seu suposto endereço. Eu não tinha certeza se era ali. Esperei ansiosamente cada segundo. Era ainda noite quando o homem da bicicleta bateu à porta. Eu não precisei nem olhar de perto pra ter certeza de que era ele, tive certeza pelo fato do meu coração acelerar.
            Ele estava muito longe, mas sua silhueta ainda era a mesma, era inconfundível. Eu sonhava com aquele corpo tão quente, que tantas noites esquentou o meu, aquela voz que sempre sussurrava sonhos de amor aos meus ouvidos me fazendo suspirar.
            Minha vontade foi sair correndo ao encontro dele, quando minhas pernas se preparavam para ir ao seu encontro, uma voz feminina saiu da casa atrás dele: “ Eu te amo meu amor, não demore!” Como poderia ele já ter outra mulher? E todas aquelas juras de amor que ele me fez? Eu o merecia ou talvez não. Eu era o amor da vida dele!
            Arrependo-me do dia em que sai pela porta depois de uma briga sem sentido, sem dizer adeus, sem dizer pra onde ia, sem olhar pra trás, sem contar que tinha um filho seu na barriga, eu não tinha consciência do erro que cometia. A mulher que lá estava com ele poderia ser eu, deveria ser eu, tinha que ser eu.
Por que não podemos começar tudo de novo?


Se eu tiver mais que um comentário e alguma sugestão para continuação, talvez este texto 
continue.. 

Eduardo Gomes Couto é um nome ficticio. 
Qualquer semelhança é pura coinscidência, ou talvez não.

Adaptado para a edição conto/história  e edição musical do meu Bloínquês !!

Fuga

17 surtaram comigo
Nossos pais não apoiavam o nosso namoro. Eu era rica, ele era pobre. Ele era judeu, eu não.
Diferenças sociais e credos não poderiam nos separar. Estavamos fugindo, não sabiamos para onde ir. Tinhamos 16 anos, pouco dinheiro, muito medo e um amor sem limites.
Pegamos o meu carro, saímos correndo pela estrada sem olhar para tras, o vento que balançava o meu cabelo, também cortava o meu coração de medo. Mas eu não queria que ele percebesse isso.
Éramos menores de idade, a policia já estava atras de nós a uma hora dessas. Se nos pegassem iriam nos separar. Meus pais já haviam me avisado que eu iria para um colégio interno na frança, bem longe do meu amado. Os pais dele queriam que ele fosse para Israel encontrar uma noiva judia.
- Que barulho é esse?  - ele me perguntou. Olhei pra tras, era a policia, haviam nos encontrado. O medo que eu tanto fiz questão de esconder saltou em meus olhos. Ele percebeu, acariciou o meu rosto me dizendo que tudo ficaria bem. Eu sabia que essa promessa ele nao iria conseguir cumprir.
Ele acelerou mais, mas a policia estava cada vez mais perto, os policiais gritavam para encostarmos o carro. Na nossa frente surgiu uma curva e uma ribanceira, ele olhou pra mim seus olhos meu questionavam em silêncio.. os meus concordavam.
Ele lançou o carro na ribanceira. Era a nossa única chance de ser felizes. Partimos para a eternidade. Quem sabe lá o amor seja mais importante do que qualquer outra coisa, quem sabe lá nós poderemos viver juntos para sempre.

Minha pequena Isabel - Parte II

3 surtaram comigo


Já fazia mais de uma semana que eu não a via, fiquei sabendo que ela estava no hospital, fui correndo pra lá. Pergunte por ela na portaria, ninguém queria me dizer onde ela estava, ouvi as enfermeiras cochicharem que ela não queria que eu a visse, mas por quê? Insisti tanto, mas tanto que as enfermeiras me disseram onde ela estava. Parei na porta do quarto respirei fundo e entrei foi quando ela se escondeu debaixo do lençol, não entendi muito bem o porque ela fez isso. Me aproximei e chamei-a pelo nome, aos poucos ela saiu de debaixo do lençol, entendi.. ela se escondeu porque estava sem cabelo e não queria que eu a visse daquele jeito, ela me disse que estava se sentindo feia. E eu disse que não a amava somente fisicamente e sim espiritualmente, pois não amamos um corpo e sim uma alma. Ela sorriu, aquele sorriso que eu sentia tanta falta.. aquele sorriso, minha Isabel.
Minha Isabel tinha câncer, infelizmente em um estágio já avançado. Eu passei ao lado dela todas as quimioterapias, fazia o possível e o impossível para fazê-la sorrir.
Um sorriso.. Algo cada vez mais raro no seu rosto fraco, pálido e debilitado.
Era Novembro, ainda me lembro. Isabel estava fraca, respirava com dificuldades.. eu me sentei bem pertinho dela, segurei a sua mão e comecei a relembrar com ela momentos felizes nossos. Ela com o resto da força que tinha apertou minha mão, parei de falar e notei que ela queria dizer algo. “ – eu te amo!” disse ela, e sorriu. Um sorriso irradiante, fascinante que me estremeceu, de repente sua mão soltou a minha, seus olhos se fecharam, seu coração parou de bater. Uma lágrima escorreu em meu rosto, uma parte de mim havia morrido ali também. Segurei firme a sua mão, beijei a sua testa e disse: “ – vá em paz minha pequena Isabel” – saí do quarto desconsolado.
Teria que viver a minha vida sem ela..
mas aquele último sorriso dela sobreviveu aos anos e toda vez que eu fechao meus olhos eu conseguo enxergar aquele lindo sorriso da minha pequena Isabel.


"Não preciso me drogar para ser um gênio.
Não preciso ser um gênio para ser humano,
mas preciso do seu sorriso para ser feliz"
(Charles Chaplin)

Atualizei a minha lojinha de layouts, corre lá para ver meus novos designs:

Minha pequena Isabel - Parte I

8 surtaram comigo

bbbbbbbbbbbbbbbbb
Eu a conheci na escola, estudávamos juntos. Eu era magrelo e alto, ela baixinha, cabelos cacheados e um sorriso de anjo. Era primário ainda, existia aquele ódio mortal entre meninos e meninas, eu era o único diferente, morria de amores pela Isabel, nunca nenhum amigo meu do primário soube disso, senão eu seria motivo pra chacota.
O tempo passou fizemos 12, 13, 14, 15 anos. Eu já não era tão magrelo, ouvia até as meninas dizerem que eu era bonitinho. Minha Isabel já não era tão baixinha, mas continuava com seus cachinhos dourados e seu sorriso iluminador.
Nessa idade eu já podia ser amigo dela, não havia mais aquele ódio de meninos e meninas. Minha Isabel era sempre simpática, conversava com todos. Aproximei-me dela e comecei ali uma amizade. O tempo foi passando e nos tornamos melhores amigos, era sempre a que ela procurava quando estava triste, eu sempre fazia carinho no cabelo dela enquanto ela chorava e isso sempre a fazia sorrir, aquele sorriso..
Eu era dependente dela e aos poucos ela também se tornou dependente de mim. Foi inevitável, nos apaixonamos, bem.. ela se apaixonou. Eu já era apaixonado por ela desde sempre. Cada vez mais fui me tornando depende dela, do sorriso dela, do cheiro dela..
O tempo foi passando e eu via que minha Isabel estava ficando diferente, se sentia mal muitas vezes, passou a comer menos, a sorrir menos.. Seus pais ficaram muito preocupados, eu mais ainda, o que acontecia com a minha Isabel? Ninguém me dizia o que ela tinha. Eu a via cada vez menos e sentia saudades cada vez mais.

CONTINUA ..
Esse é um daqueles textos fofos e tristes que eu teimo em escrever, se você é muito sensível se prepare antes de ler a continuação, até eu que sou meio 'durona' chorei tanto quando escrevi.

Futuro

7 surtaram comigo

Eles se conheciam desde sempre. Moravam na mesma rua. Sempre brincavam juntos. Ela tinha 9 e ele 12 anos. Gostavam de assistir o por do sol do telhado da casa dela. Em uma tarde, enquanto esperavam seu ritual sagrado de ver o sol se pondo, ela o indagou:
" - Aonde será que estaremos daqui a 10 anos?"
" - Não sei!" - respondeu ele, sem dar muita importância.
" - E aonde você quer estar daqui a 10 anos?" - ela insistiu em perguntar.
" - Eu?" ele pensou bem no que responderia. " - Quero estar aqui!" respondeu ele com firmeza.
" - Aqui na cidade? Porquê?" - perguntou ela confusa.
" - Aham, daqui a 10 anos, quero estar nesta cidade, neste telhado, junto com a garota mais perfeita que conheço."
Agora ela ficou pensativa.. " - E quem é essa garota?" - Ela perguntou com medo da resposta não ser a que esperava. Ele não respondeu. Apenas sorriu. Ela insistiu em perguntar. " - Quem é ela?" - ela insistiu, irritada.
Ele se virou e beijou-lhe os lábios. Ela ficou parada olhando-o, sem reação. Era seu primeiro beijo.
" - Você faz perguntas demais!" disse ele rindo.
" - Por acaso essa garota .." Ele a interrompeu com uma risada alta.
" - Essa garota só tem um defeito .. ela faz perguntas demais!" ele continou a olhar o por do sol.
Ela enfim cessou suas perguntas, pôs a mão sobre seus lábios lembrando-se do beijo.
Daqui a 10 anos ela também queria estar ali naquele mesmo lugar, com o garoto que amou desde sempre.

Eu sou piegas, definitivamente e inegavelmente piegas. Acho que momentos simples como este são os que marcam nossas vidas pra sempre. Este texto é pauta para a 31ª edição visual do Bloínquês, espero que vocês gostem e que eu ganhe /wee

e assim pode ser feliz!

7 surtaram comigo
Estava sentada na proa de um navio, era viagem de final de ano: um cruzeiro com a familia.Havia acabado de receber a carta de aprovação no vestibular de Harvard, se tornaria advogada.Realizou o sonho do seu pai, não o seu. Nunca teve escolha na vida. Sua vida, antes mesmo de nascer já tinha sido traçado pelos seus pais.
Da proa do navio olhou o seu próprio reflexo no mar, via uma menina sonhadora, apaixonada e livre. Ela não era assim, apenas queria ser. Liberdade, paixão e sonhos, eram luxos que nunca lhe foram permitidos pelos pais. Estava lá com aquele vento frio no rosto tentando tomar coragem para dizer que não queria aquilo pra si. Queria ficar no Brasil, com a familia, amigos. Sabia que não seria ouvida.
Novamente olhou para o seu reflexo no mar. Aquela era ela, mas aquela tremula pelas ondas do mar, parecia ser livre, parecia poder sonhar.Olhou novamente para o céu. Estava cansada da vida que levava. Não sentia amor, não amava, não era amada. Não era feliz. Seu reflexo no mar parecia ser.
Levantou-se da proa do navio e olhou novamente o reflexo, era aquilo que queria ser. Olhou para o céu estrelado e se jogou em direção ao mar. Queria encontrar de perto aquela, que era ela, mas que era tudo que ela não podia ser.

Nota do jornal no dia seguinte:
Jovem de 17 anos, filha de importante advogado de São Paulo, se suicida em navio onde fazia um cruzeiro com a familia. Parentes e amigos procuram ainda entender o porquê, a jovem tinha um futuro brilhante pela frente (...)


--
Mas sinceramente, acho que ninguém realmente se importou.

Pauta nostalgica para a edição visual do Bloínquês. Sempre escrevo textos de suícidio assim, mas não se preocupem comigo, não me matarei. Beijos ;*


UPDATE:  1º lugar na edição visual *------*

Renascer

7 surtaram comigo
Era festa de fim de ano. A noite tinha tudo para ser a mais perfeita da minha vida... Eu iria ao baile de reveillon com o garoto mais bonito da escola, com o garoto que eu achava que amava.
Coloquei meu vestido branco de renda curtinho, minha pulseira de pérolas, meu arco de flores, a roupa que eu tinha planejado meses antes, sentei na sala e esperei meu príncipe.
A campainha então tocou, era ele. Quando o vi vestido em um terno branco com detalhes em preto, achei que estava vendo um anjo. Eu não podia acreditar de quão sortuda eu era por estar ali com ele. Avisei a minha mãe que já estava de saída, e saí em direção ao carro.
Chegamos à festa, tudo corria normalmente. Ele me tirou para dançar, me ofereceu drinks, se portou como um cavaleiro, mas por um minuto ele pediu para se retirar e sai de perto de mim, não achei estranho. Depois de tantos drinks ele devia estar com vontade de fazer xixi. (risos)
O relógio estava quase à meia noite, o novo ano estava às portas e nada do meu príncipe aparecer, comecei a me preocupar.
“ – você viu o Jake por ai?” – comecei a perguntar a todas as pessoa que apareciam pela minha frente. Eu queria passar a virada do ano ao lado dele. Ele estava demorando demais! Comecei a procurar e a procurar, logo o encontrei.. Ele já estava sem o terno, sem a blusa, garrando-se à minha ‘ melhor amiga ’, uma lagrima correu do meu rosto e imediatamente o relógio badalou 12 vezes..
“- é esse será um ano difícil” – pensei comigo mesma.
Não dei escândalo, voltei para a festa, sentei em um canto e permaneci lá até o dia clarear. Minha mente dava voltar e voltas, pensei em matar todo mundo, fingir que não vi nada, mas a melhor alternativa que eu havia pensado até o momento era de matar.
Eu nem me dei conta, mas já eram 6 horas da manhã, o dia já estava clareando e as pessoas começaram a ir embora. Eu permanecia ali, “ – vamos sua idiota, reaja” – meu subconsciente me gritou. Obedeci, me levantei distraidamente e fui direto para a saída.
“ Jane, Jane..” – alguém me gritava. Era ele! Jake.. cretino! Continuei a andar, as lagrimas corriam pelo meu rosto. Ele chegou perto de mim, segurou as minhas mãos delicadamente e disse:
“ – Desculpe por eu ter sumido, eles tiveram alguns problemas na organização da festa e eu me ofereci para ajudar, desculpe por ter sumido” .
Como alguém tão lindo é capaz de ser tão mentiroso, quando me dei por mim, já havia enfiado um belo tapa naquele rosto perfeito.
“ – O que houve? “ – ele perguntou.
“ – Eu vi você com ela, não tente me enganar”.
“ – É.. é.. eu posso te explicar .. “ – ele gaguejou - “foi sem querer! Me perdoe..”
Enchi meus pulmões de raiva e disse com autoridade “ Some da minha frente.. E se você me conhecesse de verdade, nunca mais passaria perto, nem dirigia a palavra a mim”
“ – você está com raiva de mim?”
“Não imagina” - pensei comigo.
Respirei fundo e disse “ NÃO, estou com pena de você!”
Virei as costas e fui embora, fui em direção à uma nova vida!
Foi uma noite difícil pra mim, o meu mais perfeito sonho de sair com Jake tinha ido por água a baixo. Mas assim como as estações, as pessoas têm a habilidade de mudar, eu mudarei! Não vou mais ser essa garota boba que sonha em encontrar um príncipe, serei uma garota que sonha em encontrar um homem de verdade, independente do seu rosto, do seu bolso, da sua popularidade.

Só quero encontrar alguém que me ame de verdade, vou esperar o tempo que preciso for..

Minha pequena Isabel

19 surtaram comigo
Eu a conheci na escola, estudávamos juntos. Eu era magrelo e alto, ela baixinha, cabelos cacheados e um sorriso de anjo. Era primário ainda, existia aquele ódio mortal entre meninos e meninas, eu era o único diferente, morria de amores pela Isabel, nunca nenhum amigo meu do primário soube disso, senão eu seria motivo pra chacota.
O tempo passou fizemos 12, 13, 14, 15 anos. Eu já não era tão magrelo, ouvia até as meninas dizerem que eu era bonitinho. Minha Isabel já não era tão baixinha, mas continuava com seus cachinhos dourados e seu sorriso iluminador.
Nessa idade eu já podia ser amigo dela, não havia mais aquele ódio de meninos e meninas. Minha Isabel era sempre simpática, conversava com todos. Aproximei-me dela e comecei ali uma amizade. O tempo foi passando e nos tornamos melhores amigos, era sempre a que ela procurava quando estava triste, eu sempre fazia carinho no cabelo dela enquanto ela chorava e isso sempre a fazia sorrir, aquele sorriso..
Eu era dependente dela e aos poucos ela também se tornou dependente de mim. Foi inevitável, nos apaixonamos, bem.. ela se apaixonou. Eu já era apaixonado por ela desde sempre. Cada vez mais fui me tornando depende dela, do sorriso dela, do cheiro dela..
O tempo foi passando e eu via que minha Isabel estava ficando diferente, se sentia mal muitas vezes, passou a comer menos, a sorrir menos.. Seus pais ficaram muito preocupados, eu mais ainda, o que acontecia com a minha Isabel? Ninguém me dizia o que ela tinha. Eu a via cada vez menos e sentia saudades cada vez mais.
Já fazia mais de uma semana que eu não a via, fiquei sabendo que ela estava no hospital, fui correndo pra lá. Pergunte por ela na portaria, ninguém queria me dizer onde ela estava, ouvi as enfermeiras cochicharem que ela não queria que eu a visse, mas por quê? Insisti tanto, mas tanto que as enfermeiras me disseram onde ela estava. Parei na porta do quarto respirei fundo e entrei foi quando ela se escondeu debaixo do lençol, não entendi muito bem o porque ela fez isso. Me aproximei e chamei-a pelo nome, aos poucos ela saiu de debaixo do lençol, entendi.. ela se escondeu porque estava sem cabelo e não queria que eu a visse daquele jeito, ela me disse que estava se sentindo feia. E eu disse que não a amava somente fisicamente e sim espiritualmente, pois não amamos um corpo e sim uma alma. Ela sorriu, aquele sorriso que eu sentia tanta falta.. aquele sorriso, minha Isabel.
Minha Isabel tinha câncer, infelizmente em um estágio já avançado. Eu passei ao lado dela todas as quimioterapias, fazia o possível e o impossível para fazê-la sorrir.
Um sorriso.. Algo cada vez mais raro no seu rosto fraco, pálido e debilitado.
Era Novembro, ainda me lembro. Isabel estava fraca, respirava com dificuldades.. eu me sentei bem pertinho dela, segurei a sua mão e comecei a relembrar com ela momentos felizes nossos. Ela com o resto de força que tinha apertou minha mão, parei de falar e notei que ela queria dizer algo. “ – eu te amo!” disse ela, e sorriu. Um sorriso irradiante, fascinante que me estremeceu, de repente sua mão soltou a minha, seus olhos se fecharam, seu coração parou de bater. Uma lágrima escorreu em meu rosto, uma parte de mim havia morrido ali também. Segurei firme a sua mão, beijei a sua testa e disse: “ – vá em paz minha pequena Isabel” – saí do quarto desconsolado.
Teria que viver a minha vida sem ela.. mas aquele último sorriso dela sobreviveu aos anos e toda vez que eu fechava meus olhos eu conseguia enxergar aquele lindo sorriso da minha linda Isabel.



"Não preciso me drogar para ser um gênio.
Não preciso ser um gênio para ser humano,
mas preciso do seu sorriso para ser feliz"
(Charles Chaplin)

Este texto é uma repostagem e acho que esse foi o melhor texto que já escrevi na vida. Este texto também venceu em primeiro lugar a 30ª edição do Blogueando *-*. E me desculpem pelo sumiço, estou fazendo um curso pra poder assumir meu cargo no concurso do IBGE, não vou mais ficar tanto tempo longe assim. Beijocas ;*

Meu Verdadeiro Eu - PT 2

10 surtaram comigo
Parte 1
 Que fome é essa?

Mari e Amanda puxaram Camille com mais força ainda, fazendo com que ela caísse no chão Só assim ela acordou.
“ – O que vocês tão fazendo em cima de mim?” – perguntou Camille desnorteada.
Suas amigas começaram a tagarelar desesperadas explicando o que quase havia acontecido. Camille que ouviu tudo silenciosamente. Ao ouvir toda a explicação suas amigas esperavam que ela ao menos desse uma explicação convincente, mas tudo o que foi capaz de responder foi: “- Eu só me lembro de sentir fome e querer comer alguma coisa!”.
“ – Voando pela janela?” – suas amigas voltaram a tagarelar desenfreadamente.
Camille sabia que era algo estranho, pois não sentia fome de comida, antes de dormir tinha devorado 5 pedaços de pizza, era uma fome estranha. Enquanto suas amigas conversavam, ela se encolheu no canto da cama e foi impossível não lembrar dos seus freqüentes pesadelos. Lembrou-se da mão peluda e do sangue. Lembrar do sangue fez seu estômago roncar. Camille olhou para a janela, sentiu o estômago roncando novamente, aquela fome estranha espremia-lhe, poderia dizer até que lhe ardia nas entranhas. Nessa noite ela confirmou o que há muito tempo já desconfiava: Não eram apenas sonhos! Mas o que ela era afinal? Pra onde ia todas as noites? Por quê? Pra quê? Estas perguntas ecoaram em sua mente até o sol nascer.
Daqui há 4 dias seria seu aniversário de 16 anos. Camille tinha certeza que as coisas iriam piorar.


Não esqueçam de comentar, digam o que vocês estão achando e me ajudem a dar um rumo para esse conto com as sugestões de vocês, já li algumas e as encaixarei no longo da estória. Tô pensando seriamente em escrever um livro com esse assunto, mas aqui só postarei o enredo base. Beijocas ;*

Meu Verdadeiro Eu - PT 1

12 surtaram comigo
Apenas Sonhos?

Camille, 15 anos, classe média alta, estuda no segundo ano de uma renomada escola do Brasil. Tem medo de escuro, fã da saga Crepúsculo, ouve música no ultimo volume, se julga encalhada, é tímida, tem 2 melhores amigas inseparáveis: Mari e Amanda. Aparentemente uma garota normal, mas eu disse aparentemente!
Nos últimos 3 anos, Camille passou a ter o mesmo sonho. Antes, uma vez por mês, mas do ultimo ano para cá esse seus sonhos passaram a se tornar mais reais e mais frequentes. Nessa semana ela teve o mesmo sonho todos os dias.
O sonho era bastante escuro, uma mão peluda, um corpo desproporcional, sangue. Camille via tudo que passava pelos seus próprios olhos, como se ela fosse aquele mostro.
Com medo de dormir e ter novamente aquele sonho medonho, Camille convidou suas amigas para dormirem uma noite com ela. Papo vai, papo vem. Todas adormeceram. Inconscientemente Camille acordou, abriu a janela de seu quarto e já estava quase saindo por ela, o barulho acordou Amanda:
“ – Camille!” – gritou Amanda, o grito também acordou Mari. Camille parecia em transe e ignorou o chamado da amiga. Amanda e Mari correram e a seguraram. Estava ela prestes a se jogar do segundo andar. Será que era sonâmbula? Louca? Ou aqueles sonhos que tivera todas as noites eram mais do que sonhos?

Continua ..


Estou tentando escrever um conto de drama/suspense/terror, deu pra notar né? Peguei emprestado o nome da Camille do Just Texts . Bem, não sei que rumo este conto vai tomar, então deixo que você me deem sugestões ao decorrer do conto. Se não gostarem, avisem que eu paro. Beijocas ;*

Brincadeira de criança

7 surtaram comigo

Estávamos sentados em um banco qualquer, em uma praça qualquer, os minutos voavam, era riso pra cá e sorrisos pra lá.
“- Tem um cílio solto no seu rosto” – eu disse e me aproximei para pegar, aproveitei o caminho e dei-lhe um beijinho sapecado. Segurei o cílio no meu dedo e disse pro meu namorado: “-Faz um desejo!”
- “Um desejo? Por que um desejo?” – Ele me perguntou.
- “Quando eu era criança fazíamos uma brincadeira assim, você pressiona o seu dedo no meu e o cílio no meu, fazemos um desejo e soltamos, se o cílio estiver no meu dedo, meu desejo será realizado, se estiver no seu o seu será realizado. Entendeu?”
- “Aham!” - ele riu provavelmente da minha ingenuidade.
Fechamos os nossos olhos e fizemos os nossos desejos. Soltamos nossos dedos, o cílio estava no meu dedo.
– “O meu vai se realizar” – eu disse, cantando vitória. Mas vi que ele ficou triste, - “o que foi, você ficou triste porque?’
- “Então o meu não vai se realizar” – ele disse realmente triste.
- “E o que você desejou?”
- “Que ficássemos pra sempre juntos, mas segundo essa brincadeira não vai se realizar.”
- “Não,” - eu disse segurando o rosto dele com minhas duas mãos. – “Você sabe o que eu desejei? “– Ele perguntou o que era, mas mesmo assim eu respondi – “Desejei poder realizar todos os seus sonhos!”– Um brilho nos olhos dele renasceu e ardentemente ele me beijou, senti naquele momento que realmente ficaríamos juntos... pra sempre.

Baseada em fatos reais!

Os melhores momentos da vida passo junto com ele,
Jeferson te amo


Eu quero menos,

11 surtaram comigo
menos roupa ;
menos cabeça quente ;
menos falta de tempo ;
menos resolver tudo por e-mail ;
menos distância ;
menos complicação ;
eu quero menos ; porque menos é mais ; aa ;
eu quero menos pra mim ; e quer saber ?
eu desejo o mesmo pra você ! (y)



Mudei o background, aposto que vocês nem notaram. Eu vi um layout muito parecido com o meu por ai, ao contrário de outras pessoas não dou escândalo por isso. Eu até pensei em mudar o layout, mas a preguiça falou mais alto e eu realmente gosto desse layout, então mudei só o BG mesmo.

Remember the sunshine

9 surtaram comigo
Lembram desse meu projeto? Espero que sim *-*
Pois é, estou precisando de uma boa escritora de contos para preencher o dia de sexta-feira.
Interessadas me mandem um email para: jessikps_15@hotmail.com ou respondam esta postagem com a seguinte ficha:

Nome:
Idade:
Link do blog:

Beijucas ;*

  • Hoje eu me superei, fiz um layout incrivel! Quando terminei de fazer, mal acreditei que tinha sido eu mesma que fiz, rs. O layout é esse daqui, olhem lá e babem. rs

  • E o sorteio do layout ainda está rolando participem aqui!

Espera[nça]

7 surtaram comigo
Nunca tive a sorte de me apaixonar, mas nunca perdi a esperança de que um dia o amor chegará pra mim. Sempre ando por essas ruas movimentadas olhando todas estas pessoas. Olho bem nos olhos de todos esses rapazes, na esperança de que um deles seja o amor que tanto tenho aguardado. Olho na esperança de que seu olhar se cruze com os meus e que nossas almas se entrelacem para sempre."Tomará que seja esse, tomara que não seja aquele", às vezes penso.
Hoje andando pela rua me deparei com um lindo rapaz, meu coração imediatamente se acelerou, tive certeza de que era ele, mas ele passou por mim e nem se quer me olhou. Não era a primeira vez que isso me acontecia. Comecei a achar que o amor não era pra mim, senti uma lágrima escorrer em meu rosto.. "Acho que é melhor desistir", pensei comigo mesma. De repente, um raio cortou o céu, e a chuva caiu se misturando às minhas lágrimas, meu coração novamente se encheu de esperança. Talvez essa chuva fininha que toca minha pele, também esteja tocando a pele daquele que será o amor da vida. Me enchi de esperanças novamente e, mesmo debaixo da chuva retomei a minha procura, olhando cada rosto, esperando que um olhar que se cruze ao meu, esperando que o amor chegue pra mim!



Voltei do meu feriadão, aproveitei e li alguns livros que estavam atrasados para a faculdade,
que coisa ruim de ser fazer num final de semana não? Mas senti saudades enormes de vocês.

Parte 1

5 surtaram comigo
 15 de fevereiro

Meu primeiro dia de aula no Ensino Médio, eu estava tranqüila enquanto a isso. Também era meu primeiro dia de aula em uma escola nova, em uma cidade nova, em um país novo. Enquanto a isso eu estava desesperada.
Meu nome é Mandy, tenho 15 anos, sou brasileira e meus pais resolveram que seria muito bom para o meu futuro se eu estudasse na Europa. Não tive escolha, tive que deixar para trás minha família, minhas amigas, minha vida.
Então aqui estou eu... Com frio, com medo, prestes a entrar em um internato na França.
Eu estava no hotel com meus pais, ele iriam me acompanhar até o novo colégio em meu primeiro dia de aula. Coloquei meu novo uniforme: sapato preto, meia calça branca, saia de prega e suéter de lã azul. Me olhei no espelho e senti muita falta do meu all star, calça jeans e a blusa branca do antigo uniforme que usava no Brasil. Me senti ridícula, minha mãe me achou linda, “ – isso que é classe!”. Foram as palavras dela.
Fomos para o internato, da janela do carro eu pude avistar o colégio, pra qualquer outra pessoa pareceria um castelo (e era), mas pra mim parecia mais uma masmorra. Sai do carro, deu tchau para os meus pais, só os veria daqui há meses. Minha mãe disse um milhão de recomendações que eu não ouvi. Saí correndo e fui pro portão, coloquei a minha mão na maçaneta, estremeci. Ali dentro um novo mundo me esperava. Fechei os olhos e abri o portão ..


 
Continua ..

Considerações sobre este conto:
• Não tenho ideia de que nome dar a este conto. ALGUMA IDEIA?
• Não tenho ideia de como vai terminar, espero que vocês me deem sugestões do que deverá acontecer ao longo das postagens.
• Não tenho ideia de quantas postagens serão.
• Se vocês não estiverem gostando e não querem saber o que vai acontecer me digam que eu paro.
• Peguei o nome da Mandy do blog A menina dos olhos de mel, precisava de um nome estrangeiro que fosse bonito, peguei o seu ta?